Com o advento da Revolução Industrial houve um sensível aumento na emissão de gases efeito estufa devido à substituição de trabalho manual por máquinas de produção em grande escala. A queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e as queimadas decorrentes dos desmatamentos serviram e ainda servem ao homem em suas necessidades e para seu desenvolvimento. Mas, ao mesmo tempo, causaram alguns danos ao meio ambiente. Esse agravamento parece estar fortemente atrelado ao desenvolvimento econômico e ao consumo humano e o meio ambiente começa a dar seus primeiros sinais de saturação.

 

 As atividades que contribuem para o aumento das concentrações de GEE são:

 

- Energia 57%
- CFC 17%
- Agricultura 14%
- Desmatamento 9%
- Indústria 3%

 


Pode-se observar que mais da metade da contribuição dos GEE dá-se no setor de energia, onde é feita a queima dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) para as finalidades de transporte e obtenção de energia elétrica. Em segundo lugar nas contribuições, está o gás CFC, que já vem sendo controlado através do Protocolo de Montreal. As atividades relacionadas à agricultura vêm logo em seguida, com a liberação de metano para a atmosfera: o cultivo de arroz e a atividade pecuária estão entre as atividades que emitem metano na agricultura. O desmatamento contribui bastante para a emissão dos gases de efeito estufa, através das queimadas. Em último lugar, na contribuição dos GEE para a atmosfera, estão as indústrias. Deve-se atentar que as indústrias estão atreladas à produção de energia e fabricação dos gases CFC.

 

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