Atualmente, no Brasil, empresas como a Peugeot, Texaco, Vale e Petrobrás têm possibilidade de empreender projetos de reflorestamento de grande escala visando uma futura obtenção de créditos de MDL. Além disso, essas empresas possuem capital para custear atividades de auditoria e certificação a aceitação e uma boa colocação do projeto diante dos moldes do MDL e do mercado de carbono.
Estas atividades são muitas vezes onerosas para projetos menores que não envolvem empresas ou participação externa de instituições financeiras. A participação no MDL deve ser voluntária e pode ser de iniciativa estatal ou privada. É possível, assim, que um grupo de agricultores esteja disposto a montar um projeto de reflorestamento visando seqüestro de carbono e, a partir deste, comercializar certificados dentro do MDL. Participam do projeto os agricultores que dispuserem de área para reflorestamento, mão-de-obra e suporte técnico para o emprego do projeto. As cooperativas trazem a vantagem de garantir uma maior homogeneidade na condução da cultura, na obtenção do produto, na melhor organização e no ganho de escala da produção.
Fortalecidos por cooperativas, esses agricultores poderão obter uma nova fonte de renda com os projetos de reflorestamento.
Dentro deste projeto de reflorestamento, visa-se o aproveitamento de madeira serrada como produto final e a comercialização de Certificados de Redução de Emissões no âmbito do MDL, proposto pelo Protocolo de Quioto.
Ecomuda - Empresa de Reflorestamento e venda de mudas de Guanandi
